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sábado, 17 de outubro de 2009

Crítica: Distrito 9

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O filme dirigido pelo estreante Neill Blomkamp e produzido por ninguém menos que Peter Jackson já era um sucesso mesmo antes de sua estréia – em territórios internacionais ou em solo brasileiro. Foi um dos filmes que mais gerou comentários nos últimos meses, parte por ter o diretor de O Senhor dos Anéis envolvido na produção, parte por sua premissa bem diferente do que estamos acostumados: alienígenas pousaram na Terra, mas sua intenção jamais foi nos destruir ou passar lições de moral. Muito pelo contrário, eles nem queriam estar aqui. E outra: não chegaram a New York, mas à cidade de Joanesburgo, na África do Sul.
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Isolados – e descriminados – pela população humana, nossos visitantes acidentais são marginalizados e vão viver em colônias que rapidamente se transformam em favelas. O passo que inicia, de fato, a ação da história se dá quando Wikus van der Merwe [Sharlto Copley], nosso protagonista, em uma missão da União Multinacional [MNU], corporação encarregada dos ETs, é infectado com o fluído alienígena e começa a passar por um processo de transmutação que lhe garante características biológicas dos estrangeiros, chamados pejorativamente de camarões.
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Falar mais do enredo seria entregar a história. Vale ressaltar, então, o elenco muito bem selecionado, ainda que com atores desconhecidos, e os efeitos visuais estonteantes e que misturam com maestria a realidade e a ficção – não se podia esperar nada menos de um filme com Jackson nos créditos, não é? Efeitos, aliás, que garantem aos aliens ótimas atuações, se é que assim podemos chamar. Lembram de Gollum/Sméagol? Ele é passado. A tecnologia usada para este filme está aí para provar que o cinema está atingindo um novo nível. E olha que nem foi a Weta [empresa de efeitos gráficos de Jackson, responsável por O Senhor dos Anéis, King Kong e o ainda inédito Um Olhar do Paraíso] que ficou responsável por toda a parte computadorizada – a maior parcela foi feita por uma companhia sul africana. E aqui me desculpo, pois o nome me escapa da memória.
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Para concluir, Distrito 9 é, de longe, o melhor filme sobre alienígenas que já assisti. Gostei muito, muito mesmo, do que vi. Não é todos os dias que estréiam nos cinemas películas filmadas em estilo de documentário, tratando de um assunto político, mas sem abrir mão de robôs gigantes e armas que só existem – até onde alcança meu conhecimento, pelo menos – na imaginação. E também não é sempre que os humanos são os grandes vilões da história, mesmo nos dramas mais chocantes e viscerais. Recomendo fortemente. Mas, claro, é um estilo bastante diferente do que estamos acostumados, então vão ao cinema com a cabeça aberta para novas experiências visuais. Não há decepção no menu.


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Assista ao trailer, pelo You Tube, clicando aqui.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Crítica: Supernatural 5x01 - Sympathy for the Devil

Foram meses de espera até a exibição do primeiro episódio da quinta temporada de Supernatural. O dia 10 de setembro foi marcado por uma campanha dos fãs da série no Twitter, que causou controvérsia e virou até notícia. Mas como não é disso que eu vim falar, deixo o link deste tópico se você quiser se inteirar no assunto.
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Vamos ao que interessa! [Pode conter spoilers! Se você não assistiu às temporadas anteriores ou a este episódio, leia por sua própria conta e risco. Aviso dado.]
Após uma rápida retrospectiva da temporada passada ao som de Thunderstruck, do AC/DC, vemos nossos heróis, Sam [Jared Padalecki] e Dean [Jensen Ackles], assistirem a um portal de sangue se abrir, libertando ninguém menos que Lúcifer. O som ensurdecedor que é a voz do anjo caído é subitamente interrompido quando os irmãos Winchester se vêem, sem explicação, em um avião que passava pela cidade onde ficava a capela da qual o chifrudo estava escapando. Um turbilhão de luz branca explodiu pela cidade, quase derrubando o avião. Então, finalmente matando a curiosidade de todos os fãs, conhecemos a nova abertura, que é simplesmente espetacular. A melhor até agora, sem dúvida. De volta à narrativa, é em um carro alugado que, indo em busca do anjo e amigo Castiel [Misha Collins, agora membro fixo do elenco], eles ouvem no rádio os primeiros sinais do apocalipse: furacões, treinamentos nucleares, gripe suína... Mas espere um pouco, isso é o que está, de fato, acontecendo no mundo! Sacada de mestre do criador da série e produtor executivo, Eric Kripke, que também escreveu esse episódio.

Chegando na casa de Chuck [Rob Benedict], o profeta, ele lhes diz que Castiel está morto, assassinado pelos arcanjos. E essa cena rende, acredite se quiser, bons momentos cômicos, que, desde a primeira temporada da série, são perfeitamente bem equilibrados com o drama e o suspense da trama, quebrando um pouco o ambiente pesado. O humor ainda continua, mesmo que muito sutil e ironicamente, quando o desprezível anjo Zacharias [Kurt Fuller] surge para explicar a Dean que o fim do mundo é agora e que ele teria que lutar. É claro que Dean deu um jeito nele e nos anjos que o acompanhavam.
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Mesclando ótimas cenas cômicas, como a hilária participação da personagem Becky [Emily Perkins], com cenas de teor fortemente dramático, sem nunca deixar de lado a ação e o suspense, o episódio segue sem deslizes, oferecendo ao telespectador muito mais do que o prometido.

A jornada emocional de Nick [Mark Pellegrino] que o leva a aceitar ter seu corpo usado por Lúcifer é um ponto altíssimo. Pellegrino consegue passar diversos sentimentos simultaneamente em uma atuação impecável. E por falar em atuação, Padalecki e Ackles evoluíram significativamente desde o início da série até agora. Quando entram em cena, enterram-se completamente sob a pele de seus personagens, que com o passar do tempo só ficam mais complexos. Jim Beaver também deu, mais uma vez, um show de representação com seu Bobby, o conselheiro e principal figura paterna dos garotos. E, ao contrário do que Genevive Cortese fez com Ruby, Rachel Miner não deixou a peteca cair e encarnou uma Meg tão boa quanto a que conhecemos na primeira temporada. Collins, como sempre, dá uma aula de atuação vestindo o terno e o sobretudo de Castiel – que tem uma entrada triunfal no episódio.
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Todos os aspectos técnicos também não fizeram feio. A fotografia sombria se mantém no mesmo nível de qualidade desde sempre; e a trilha sonora, que mistura rock clássico com música instrumental composta exclusivamente para o show, se encaixa com perfeição em cada cena.


Ah, um brinde à legenda da Equipe Ghostfacers! Qualidade e rapidez em um material feito de fã para fã.
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Nos próximos episódios teremos a volta de personagens como Jo [Alona Tal] e Ellen [Samantha Ferris]; além da participação de Paris Hilton, que será um metamorfo que se transforma... Em Paris Hilton!
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Você confere, no YouTube, a promo do próximo episódio, "Good God, Y'All", clicando aqui.
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Essa temporada promete, sem dúvida, ser a melhor da série e, provavelmente, uma das melhores da programação 2009/2010.
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Até!

domingo, 23 de agosto de 2009

Crítica: Elizabethtown


Um grande fiasco é um modo interessante de começar uma história. E é assim que "Tudo Acontece em Elizabethtown" tem início: Drew Baylor [Orlando Bloom] narrando a diferença entre um fracasso e um fiasco. E é nesse momento que o expectador é, sem perceber, amarrado pela contagiante narrativa de Cameron Crowe [Jerry Maguire, Quase Famosos].
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Após fazer a empresa para que trabalha perder quase um bilhão [Sim, bilhão, com B!] de dólares graças ao tênis que ele projetou, Drew é levado por sua namorada, Ellen [Jessica Biel] ao escritório de seu chefe, Phil [Alec Baldwin], apenas para saber que está despedido e será, publicamente, o responsável pelo fiasco. A solução que ele encontra? Ir para casa, se desfazer de seus bens materiais e acoplar uma faca a sua bicicleta ergométrica, transformando-a em uma máquina mortal. Gravata para trás e peito estufado para receber as facadas, sua tentativa de suicídio é interrompida pelo toque do telefone. Ao atender, sua irmã, Heather [Judy Greer] lhe dá a notícia de que seu pai teve um ataque cardíaco enquanto visitava a família na pequena cidade de Elizabethtown. Cabe então a Drew viajar à pequena cidade para trazer o corpo de seu pai e cuidar de todo o processo funerário, afinal, ele é o mais velho, o mais responsável.
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No avião, ele conhece a aeromoça Claire [Kirsten Dunst], que está constantemente feliz e estampa um sorriso simplesmente inabalável, além de deixar bem claro que as estradas dali são complicadas e que Drew deve prestar atenção para não perder a rodovia 60B. Quando finalmente desiste de tentar conversar com ele, ela lhe dá um mapa indicando o caminho para Elizabethtown.
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Chegando na cidadezinha, nosso protagonista conhece sua família paterna. Uma cena sensacional e muito divertida, que contém todos os tipos clássicos de parentes, sejam eles agradáveis ou não. A tia cozinheira, o avô quieto e rabugento, as crianças fazendo barulho, os primos meio estranhos... Estão todos lá. Crowe consegue mostrar com maestria aquela sensação de desconforto que sentimos em reuniões familiares nas quais conhecer meia dúzia de parentes já é um grande triunfo.
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Já hospedado no hotel - onde está rolando a imensa festa de casamento de Chuck e Cindy - Drew conversa ao telefone, simultaneamente, com sua irmã, desesperada para que ele volte para ajudá-la a controlar a mãe, Hollie [Susan Sarandon], que lida com a morte do esposo tentando aprender a fazer um pouco de tudo, com Ellen, que termina com ele, e com Claire, que aguarda pacientemente na linha enquanto ele se resolve com as outras duas. E é a partir daí que o filme ganha seu tom e começa de verdade. Nesse ponto, o simples ato de dar pause já é imensamente doloroso.
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A história segue, então, com a disputa entre as duas partes da família sobre o funeral de Mitch [o pai de Drew], que a parte de Elizabethtown quer enterrar e a de Oregon quer cremar, com o desenvolvimento do quase relacionamento entre o designer de sapatos e a aeromoça e com a jornada pessoal de Drew.
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Cheio de diálogos inteligentíssimos, atuações quase impecáveis e momentos extremamente agradáveis, E-Town, apesar de girar em torno de uma morte, é, na verdade, uma grande celebração da vida e das coisas mais simples que nos cercam.
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A conversa entre Drew e Claire que durou toda a madrugada e Hollie sapateando - após um belíssimo discurso - na cerimônia fúnebre de seu falecido marido estão, sem dúvida, entre as cenas que mais gosto de todos os filmes a que assisti.
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A trilha sonora é fantástica. Cada música se encaixa perfeitamente em cada situação. Na viagem de carro que Drew faz para voltar para casa, então, as canções são fundamentais - e não fazem feio. E é nesta mesma viagem que Claire nos ensina, ainda que indiretamente, que algumas músicas precisam de ar e que todos devem fazer uma viagem de carro solitária algum dia.
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E-Town é emocionante, divertido e de fácil identificação. Todos os personagens são cativantes e todos rendem ótimas cenas. Sabe aquele efeito do sorriso bobo que as pessoas têm após assistir a Amélie Poulain? O de E-Town é semelhante. Recomendo para qualquer pessoa. É impossível não gostar.
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Assista ao trailer pelo You Tube clicando aqui e não perca a 60B!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Crítica: Harry Potter e o Enigma do Príncipe


Há algum tempo eu estava querendo colocar uma nova seção aqui no blog: a de críticas. E nada melhor para começar que HP6, visto que sou pottermaníaco. Claro que além de filmes no cinema, vou criticar DVDs, CDs, músicas, bandas, séries, restaurantes e o que mais me der vontade. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

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A cena inicial se passa imediatamente após "A Ordem da Fênix", mostrando Harry e Dumbledore no Ministério da Magia, sendo vítimas de flashes de várias câmeras fotográficas. Um ótimo meio de vincular os dois filmes. Daí pulamos para uma cena com teor cômico, e desta para uma mais séria, e para mais motivos de risadas, e de volta para a seriedade. E é nesse ritmo que a história se desenrola, mesclando muitíssimo bem o humor e o romance com o drama, sempre com um toque de suspense e apreensão devido ao retorno de Você-Sabe-Quem. Aliás, todo o clima sombrio do filme é retratado na direção de arte impecável e na fotografia bastante obscura.

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Há, no entanto, alguma cenas que não existem nos livros. Nenhuma delas me foi incômoda. Muto pelo contrário, elas só ajudaram a dar o tom da trama e a levar o espectador rumo ao clímax. Mas eu não entendi o - e aqui há spoilers, pule a parte em branco itálico se não quiser lê-los - ataque à toca. A cena em si foi ótima, e a expressão desolada da sra. Weasley [interpretada pela excelente Julie Walters] ao ver sua casa pegando fogo rendeu um dos momentos mais emocionantes do filme. Mas depois nem se tocou no assunto. Que consequências a destruição d'A Toca trará para "Relíquias"? Mais 5 minutos de fita seriam suficientes para dar uma continuidade plausível e não fariam mal a ninguém.

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E já que falei em atuação, vale ressaltar ainda Helena Bonham Carter na pele de Bellatrix Lestrange. Em cada palavra proferida, em cada olhar e em cada movimento ela consegue transmitir toda a raiva e a loucura contidas em uma de minhas personagens preferidas. Também não posso deixar de lado Alan Rickman, que mais uma vez nos presenteou com um Snape perfeitamente igual ao que a grande maioria dos leitores imagina e que, neste filme, acrescentou ao personagem uma ambiguidade - quem já assistiu ao filme sabe do que estou falando - extremamente intrigante. Palmas ainda para Tom Felton, que conduziu com excelência o significativo crescimento de seu personagem, Draco Malfoy, no enredo. Michael Gambon nunca me convenceu com seu Dumbledore, mas neste filme - e há mais spoilers aqui, pule o branco itálico para não ler - que encerra a participação, pelo menos em vida, do personagem na história, ele me surpreendeu. Jim Broadbent como Horácio Slughorn foi sensacional, até melhor do que eu imaginei, ouso dizer. Além disso, é claro, a qualidade da atuação do trio principal [Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson] evoluiu muito. E quer saber? Todo o elenco é espetacular. Estou ansioso para ver o Rufo Scrimgeour de Bill Nighy [o Davy Jones de "Piratas do Caribe"] em "Relíquias".

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Sobre as cenas, me sinto, como fã, na obrigação de destacar minhas preferidas, as que me decepcionaram e as que senti falta. E aqui há muitos spoilers, então, se você não gosta deles, já sabe o que fazer, né? Logo no começo do filme, quando Harry e Dumbledore vão à casa de Slughorn, eu senti que invadiram minha mente para fazer a cena. Estava exatamente como eu imaginei. A pequena luta entre Harry e Draco que resulta no Sectumsempra também me deixou em êxtase. O funeral de Aragogue, então... Risadas garantidas! A cena da caverna foi muito melhor do que eu esperava. As alterações feitas na cena da morte de Dumbledore, na torre de astronomia, deixaram ainda melhor o que já era ótimo, principalmente quando Harry obedece Snape e fica quieto, mostrando que ele finalmente confia no antigo professor de poções. Confiança que não dura muito. Da invasão a Hogwarts, eu esperava muito, mas muito mais. O que aconteceu com a batalha? Esqueceram dela? Era, de longe, a parte mais empolgante do livro. Senti muita falta. E eu também esperava muito mais dos treinos e da partida de quadribol, mas gostei do que vi. Fora isso, o filme me impressionou bastante.

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"Enigma" é a prova de que David Yates é o cineasta que melhor dirigiu a série, conduzindo-a muito bem para seu desfecho, que será dividido em dois filmes. Quem não leu os livros pode se sentir um pouco perdido, mas nada que impeça de entender o complexo e admirável universo criado por J.K. Rowling.

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É, sim, o melhor filme da saga e, se tudo continuar como está, será ultrapassado por "Relíquias". E assim espero. A ida ao cinema e o preço do ingresso - que anda bem caro - valem muito a pena. Eu, pelo menos, pretendo rever o filme várias vezes.

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Sem mais. o/