23 de abril. Dia de São Jorge. Feriado relativamente inútil... E, se não me engano, só do Rio de Janeiro. De meia noite até o resto do dia, devotos do santo soltam fogos em comemoração ao ilustríssimo matador de dragões que mora na lua. Mas é aí que mora o problema. Soltar fogos bonitos, coloridos e tal, tudo bem, dou o maior apoio e adoro assistir. Mas sabe esses rojões que só fazem fumaça e barulho, sem ornamentação nenhuma?! É esse que soltam. Como alguém pode se sentir homenageado com esse barulho todo? Deve ser por isso que o cara se mandou pra lua, porque aturar esse barulho todo de seus fiéis não é a coisa mais agradável do mundo, aposto. E é ao som de explosões que não tem absolutamente graça nenhuma que deixo aqui registrada minha falta de compreensão para com este costume religioso. Se alguém quiser me explicar, ficarei muito satisfeito. o/
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Opções Demais
Quem vive em cidades pequenas se queixa da falta do que fazer. Pois eu aqui, da cidade grande, reclamo da grande variedade de escolhas. Até para combinar uma simples comemoração de aniversário é complicado, pois não se decide o melhor modo de celebrar. Uma boate? Um bar? Um restaurante? Uma pizzaria? Um boliche? Um cinema? Uma peça? Uma mera saída para algum lugar legal com pessoas agradáveis? É, é complicado... Ah, antes que perguntem, não sou eu que aniversario, mas aquele-que-está-ficando-mais-velho aceita sugestões.
Grato(s).
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domingo, 28 de setembro de 2008
Quase Urbano
Vivo em uma das maiores cidades do mundo e, ao mesmo tempo, estou fora dela. Sou tão observador quanto participante, tão autor quanto personagem, tão protagonista quanto figurante. Estou perto de tudo e longe de qualquer coisa. Sou carioca não praticante. Não gosto de praia, nem de calor, nem de samba, nem de tudo aquilo que é creditado ao gosto de um nativo do Rio de Janeiro. Ah, o Rio de Janeiro... Uma cidade gigantesca onde por mais que se ande, raramente se chega a algum lugar. Leia aqui tudo aquilo que vivo e deixo de viver. Tudo aquilo que vejo e deixo de ver. O que se passa na cabeça de um cara da cidade grande que não é tão urbano assim.
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