O dia hoje rendeu. Foi trash, mas rendeu. Ok, vamos aos acontecimentos...
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Acordei, me arrumei, tomei café da manhã, vi um pouco de TV pra fazer hora e saí de casa. Cheguei na estação e, tcharam, os trens com destino a Central do Brasil não estavam parando em Piedade. Deviam estar fazendo manutenção nos trilhos ou alguma coisa, não sei. Então fui, com toda a boa vontade, no trem que ia para o outro lado, e desci em Quintino, onde finalmente peguei o trem certo. Estava razoavelmente cheio e eu lá, com a cara na janela, com medo da gripe A. (Y)
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Chegando em São Cristóvão [/fail 1], encontrei com o Victor e fomos pro ponto do outro lado da av. Maracanã esperar a Bia. Mil ônibus depois, chega o dela. Assim que ela desceu, bateu o vento e fez ela parecer estrela de comercial de xampu. Fomos para a Quinta da Boa Vista, que estava cheia de pessoas bonitas e cultas [/fail 2]. Andamos até o outro lado daquele parque gigantesco e chegamos ao zoológico. A fila da bilheteria estava assustadora [/fail 3]. Entramos, vimos um ou outro animal, uma cacetada de pássaros e outra cacetada de tartarugas, que são 75% da fauna que eles têm lá [/fail 4]. Destaques do mundo animal? As trezentas espécies de spider monkeys, os filhotes do berçário animal, os dois [é, só dois ¬¬] pinguins, os macacos que eram nosso alterego, a corrida de avestruzes [pois é] e a descoberta de que Bia é alérgica a emas [/fail 5]. O ponto não tão alto assim? O urso, que machucou a pata e não conseguia nem apoiá-la direito no chão. Assim que vimos o sangue, avisamos ao segurança e ele chamou um biólogo pra ver. Vamos ganhar o prêmio Nobel da paz. E como o zoológico do Rio é uma porcaria [/fail 6], saímos de lá pra almoçar.
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Como na Quinta não tinha muita opção, atravessamos a av. Maracanã de novo, passamos pelo CEFETEQ e pela UVA e pegamos um ônibus pro Shopping Tijuca. Cada um comeu em um lugar e dividimos um refrigerante de dois litros. De sobremesa, cookies. \o/ Então ficamos tirando fotos - ótimas, por sinal - até a bateria do celular do Victor acabar. Não, ninguém lembrou de levar câmera. Então rodamos, rodamos, rodamos e fomos parar na Saraiva. Não sem antes o Victor espirrar na cara de uma velhinha [/fail 7]. Peguei, como de costume, marcadores de página e fomos ver os livros que entrariam na nossa lista de compras pra bienal, que é mês que vem! *_* Depois dos livros, DVDs e CDs. Vimos um pôster [não era um pôster, mas não sei o nome daquilo] absolutamente ridículo do Ricky Vallen [quem?] e o celular do Victor deu uma de fênix e renasceu. Então, é claro, tiramos foto com ele [/fail 8]. Saímos da Saraiva, rodamos, rodamos, rodamos, tomamos sorvete, rodamos, rodamos, rodamos, uma mulher quase derrubou uma torta na minha cara quando passamos pela Lecadô, rodamos, rodamos, rodamos, ficamos de saco cheio e saimos do shopping [/fail 9]. Deixamos a Bia no ponto e quando o ônibus dela chegou, fomos pra praça Saens Peña pegar o nosso. E todos viveram felizes para sempre. Ou até amanhã, que é dia de semana e e eu e Bia temos curso, Victor trabalha e o mundo volta a ser tedioso.
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Conclusão? O dia foi completamente trash, mas rendeu boas fotos e a gente se divertiu bastante. Mas, sério, da próxima vez a gente tem que fazer alguma coisa melhor. Heauehauihieauheauhea!
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Bom, tirei a poeira. Se tudo der certo [o que é improvável], vou postar com mais frequência a partir dessa semana.
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Sem mais. o/
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[Só esclarecendo: A mulher quase ter me dado uma tortada não foi fail porque eu gosto de torta. u.u]
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Acordei, me arrumei, tomei café da manhã, vi um pouco de TV pra fazer hora e saí de casa. Cheguei na estação e, tcharam, os trens com destino a Central do Brasil não estavam parando em Piedade. Deviam estar fazendo manutenção nos trilhos ou alguma coisa, não sei. Então fui, com toda a boa vontade, no trem que ia para o outro lado, e desci em Quintino, onde finalmente peguei o trem certo. Estava razoavelmente cheio e eu lá, com a cara na janela, com medo da gripe A. (Y)
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Chegando em São Cristóvão [/fail 1], encontrei com o Victor e fomos pro ponto do outro lado da av. Maracanã esperar a Bia. Mil ônibus depois, chega o dela. Assim que ela desceu, bateu o vento e fez ela parecer estrela de comercial de xampu. Fomos para a Quinta da Boa Vista, que estava cheia de pessoas bonitas e cultas [/fail 2]. Andamos até o outro lado daquele parque gigantesco e chegamos ao zoológico. A fila da bilheteria estava assustadora [/fail 3]. Entramos, vimos um ou outro animal, uma cacetada de pássaros e outra cacetada de tartarugas, que são 75% da fauna que eles têm lá [/fail 4]. Destaques do mundo animal? As trezentas espécies de spider monkeys, os filhotes do berçário animal, os dois [é, só dois ¬¬] pinguins, os macacos que eram nosso alterego, a corrida de avestruzes [pois é] e a descoberta de que Bia é alérgica a emas [/fail 5]. O ponto não tão alto assim? O urso, que machucou a pata e não conseguia nem apoiá-la direito no chão. Assim que vimos o sangue, avisamos ao segurança e ele chamou um biólogo pra ver. Vamos ganhar o prêmio Nobel da paz. E como o zoológico do Rio é uma porcaria [/fail 6], saímos de lá pra almoçar.
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Como na Quinta não tinha muita opção, atravessamos a av. Maracanã de novo, passamos pelo CEFETEQ e pela UVA e pegamos um ônibus pro Shopping Tijuca. Cada um comeu em um lugar e dividimos um refrigerante de dois litros. De sobremesa, cookies. \o/ Então ficamos tirando fotos - ótimas, por sinal - até a bateria do celular do Victor acabar. Não, ninguém lembrou de levar câmera. Então rodamos, rodamos, rodamos e fomos parar na Saraiva. Não sem antes o Victor espirrar na cara de uma velhinha [/fail 7]. Peguei, como de costume, marcadores de página e fomos ver os livros que entrariam na nossa lista de compras pra bienal, que é mês que vem! *_* Depois dos livros, DVDs e CDs. Vimos um pôster [não era um pôster, mas não sei o nome daquilo] absolutamente ridículo do Ricky Vallen [quem?] e o celular do Victor deu uma de fênix e renasceu. Então, é claro, tiramos foto com ele [/fail 8]. Saímos da Saraiva, rodamos, rodamos, rodamos, tomamos sorvete, rodamos, rodamos, rodamos, uma mulher quase derrubou uma torta na minha cara quando passamos pela Lecadô, rodamos, rodamos, rodamos, ficamos de saco cheio e saimos do shopping [/fail 9]. Deixamos a Bia no ponto e quando o ônibus dela chegou, fomos pra praça Saens Peña pegar o nosso. E todos viveram felizes para sempre. Ou até amanhã, que é dia de semana e e eu e Bia temos curso, Victor trabalha e o mundo volta a ser tedioso.
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Conclusão? O dia foi completamente trash, mas rendeu boas fotos e a gente se divertiu bastante. Mas, sério, da próxima vez a gente tem que fazer alguma coisa melhor. Heauehauihieauheauhea!
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Bom, tirei a poeira. Se tudo der certo [o que é improvável], vou postar com mais frequência a partir dessa semana.
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Sem mais. o/
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[Só esclarecendo: A mulher quase ter me dado uma tortada não foi fail porque eu gosto de torta. u.u]
