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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Mostra PUC e Caldeirão do Huck

É, eu sei, demorei muito pra atualizar. Conteúdo é o que não falta, mas eu estive distraido assistindo a Dexter [ótima série estrelada por Michael C. Hall, recomendo] e a diversos filmes. Então, vamos lá.
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Quinta-feira passada, dia 27, fui à mostra PUC. 690 até o Center Shopping, onde tomei café da manhã. [Pois é, tinha saido de casa sem comer nada.] Então encontrei com o João Paulo no ponto do 755 pra gente ir pra Gávea. Mas a Erika já estava no ônibus, e nós - é claro! - queríamos ir todos juntos. A solução? Ela disse que estaria com o braço pra fora. Dito e feito, quando passa o ônibus com um braço esticado para fora da janela, nós entramos. Depois, o mesmo processo do braço pra fora pra Gabi embarcar ali no ponto do Quality Shopping. Passamos por mais alguns dos trezentos shoppings de Jacarepaguá e chegamos na Barra. Ali na "esquina" da av. Ayrton Senna com a av. das Américas tem a Cidade da Música, que nunca inaugurou e agora é Cidade de Porra Nenhuma. Ah, todos aqueles milhões investidos em um bando de concreto inútil e nos novos bens dos que ocupam cargos de poder... [Um abraço para nosso querido amigo e ex-prefeito do Rio, César Maia.] Depois de passar a manhã inteira passeando de ônibus pela av. das Américas, que parece que nunca acaba, nos vimos passando por aquela ponte de dois andares que beira o mar, sabe? Adoro passar por ali. (L) Então saímos em São Conrado. Todas aquelas mansões e condomínios de luxo fazendo um belo contraste com a Rocinha ali atrás. A maior favela do mundo é nossa! Mais um triunfo dos cariocas! E aquilo já desceu e contornou a entrada do túnel Dois Irmãos... E sabe o que é mais divertido? Aquilo é cartão postal! Ponto turístico! Olha só, que linda imagem que passam do Brasil e principalmente do Rio de Janeiro... Depois as pessoas têm medo de vir pra cá e ninguém sabe por quê.
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Depois do túnel, chegamos na Gávea. Descemos e fomos pra PUC. Pegamos panfletos das empresas que nos interessam e aceitam currículos de futuros comunicólogos, ganhamos brindes em outras... Então chegou a Jaque. Mais panfletos e brindes. Aí a Giu se juntou a nós. E foi tudo basicamente repetitivo. Por isso eu vou contar só nossos micos, é lógico!
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No stand da Globo.com tinha um joguinho: Você respondia três perguntas e, se acertasse todas, ganhava um kit com mousepad, lápis torto [sim, torto] e um bloco; se acertasse duas, uma garrafa; se acertasse uma ou nenhuma, azar o teu. Entramos na fila e ficamos dando respostas - certas - pra todo mundo. Na nossa vez, todos acertamos tudo e ganhamos o kit. Mas também queríamos a garrafa, óbvio! Então jogamos de novo. A mulher nem lembrava da nossa cara mesmo. O tipo de pergunta? "Quantos caracteres são permitidos no Twitter?" E coisas do tipo. Para errar, só sendo excluído digital.
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No stand da Oi, eles davam uma bolsa lá bem bonita [que minha mãe adorou ganhar de mim (L)]. A tarefa? Entrar em uma cabine e falar ao vivo para televisões que estavam espalhadas pelo stand por que você merecia trabalhar nessa empresa. Meu discurso? "A Oi deve me contratar, primeiro, por uma questão de honra, afinal, meu primeiro celular foi da Oi! Segundo que eu só tive dor de cabeça, então a Oi me deve isso!" E sei lá mais que blá blá blá eu devo ter falado. Algumas coisas é melhor não lembrar. Um viva para a memória seletiva!
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Então nos despedimos da Giu e voltamos pra Barra [depois de andar até o ponto final do 755 pra pegá-lo vazio] porque ainda tínhamos aula de História da Comunicação.
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Sábado, dia 29, lá fui eu de novo encontrar com o João pelo Center Shopping pra irmos pro Projac, pois fomos convidados [bjsmeliga] para a final ao vivo da Musa do Brasileirão, no Caldeirão do Huck. Fomos de kombi [/fail]. O cara ofereceu pra deixar a gente na portaria 2, mas descemos na 1 mesmo, pra esperar o resto do pessoal. Só que o resto do pessoal já estava lá, então fomos andando até a 2. Não tinha ninguém lá. Ligamos e eles estavam na 3. Andamos mais. [Andem pelo Projac debaixo do sol carioca de meio-dia, é super divertido! =D] Chegamos - nada mortos - e encontramos Erika, Jaque e Marcelo. O segurança conferiu nossos nomes na lista, entramos, deixamos as coisas nos armários, comemos no Bob's com o vale lanche que a produção dá... Aquele processo todo que quem já foi a algum programa global deve conhecer. E fomos nós para aquela mundialmente famosa sala de espera. Depois de quase duas horas lá [ouvindo funk ¬¬], subimos e nos acomodamos na platéia. Ficamos em cima da torcida santista, do lado do Luciano. Quem viu o programa, viu. Quem não viu, pergunta pra vovó. Só digo uma coisa: a musa que venceu era feia pra caramba. A do Santos era mil vezes melhor. Depois que o show saiu do ar, Skank terminou de tocar a música e saímos. Ganhamos mais lanche, o que reforça minha teoria de que a Globo, além de fazer lavagem cerebral, engorda as pessoas para devorá-las no natal.
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Todos voltaram pra casa com o pé doendo por causa de hooooooras parado em pé sem se mover muito. E viveram felizes para sempre. Um beijo pra minha mãe, um pro meu pai, um especialmente pra Xuxa and a kiss for Sasha, porque ela foi alfabetizada em inglês.